Cassems reage a fake news e diretor jurídico desmente boatos sobre transações financeiras
Instituição repudia ataques e anuncia que tomará medidas judiciais contra responsáveis por espalhar desinformação
A Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) foi alvo, nos últimos dias, de uma série de fake news que circulam em grupos de WhatsApp e redes sociais, afirmando que haveriam irregularidades nas transações financeiras ou na operação que utilizou bens próprios para o pagamento de fornecedores.
Diante da repercussão das mensagens falsas, o diretor jurídico da instituição, Cleber Tejeda, gravou um pronunciamento oficial para esclarecer os beneficiários e desmentir os boatos.
Segundo ele, as informações divulgadas não correspondem à realidade e distorcem procedimentos administrativos internos, gerando insegurança desnecessária entre os servidores.
“Nós viemos a público esclarecer que esta informação é falsa. Não procede. Não há qualquer irregularidade e nenhum ato ilícito cometido pela Cassems”, afirmou Tejeda.
O diretor jurídico reforçou que todas as operações da instituição seguem normas legais, auditorias internas e total transparência, incluindo eventuais negociações com fornecedores ou utilização de patrimônio próprio — sempre dentro dos parâmetros técnicos e jurídicos previstos.
“É importante que o servidor consulte sempre os canais oficiais da Cassems. Informações sem fonte, recortadas ou tiradas de contexto geram preocupação injustificada e prejudicam o trabalho sério que a instituição desenvolve”, completou.
A Cassems também enfatizou que não irá admitir o uso político de desinformação nem ataques à integridade da entidade:
A instituição declara que não irá compactuar com desinformação e ataques políticos e informa que todas as medidas judiciais cabíveis, tanto na esfera cível como na criminal, serão tomadas contra os responsáveis pela disseminação das acusações.
A direção finaliza reafirmando seu compromisso com a transparência, a responsabilidade administrativa e o atendimento correto aos mais de 200 mil beneficiários do plano.
“por Redação CliqueNewsMS”
